#SinCienciaNoHayFuturo

Humala se encontrou com Lula:"Si Ollanta fuera un fracaso, estamos derrotados", dijo el ex presidente brasileño.

Publicado: 2011-06-11

En la reunión con el presidente electo de Perú, Ollanta Humala, el ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva, celebró la elección del izquierdista peruano y dijo que, a diferencia de Europa, América Latina está pasando por una onda progresista, por primera vez en cinco siglos. "Mientras que en el continente europeo hay una derechización (direitização) del proceso político-electoral, donde los conservadores están ocupando los espacios, en América Latina los sectores más progresistas están ocupando los espacios ", dijo el ex presidente, al considerar el éxito de Humala una victoria de toda la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR o União das Nações Sul-Americanas (Unasul)).

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Con su "fluido" portuñol, Lula participó en una conferencia de prensa de 50 minutos al lado del peruano: "Si Ollanta llega al poder y fuera un fracaso, estamos derrotados", dijo el ex presidente brasileño.

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"Hace 10 años era solo Chávez, hace 8 años era Chávez y Lula, después Chávez y Kirchner, después Tabaré Vázquez, después Evo Morales, después Correa, Daniel Ortega, Mauricio Funes, y ahora el compañero Ollanta", listó Lula, refiriendose a los presidentes electos en el orden: Venezuela, Brasil, Argentina, Uruguay, Bolivia, Ecuador, Nicaragua, El Salvador y Perú.

Interrogado por los periodistas peruanos, respecto de si Ollanta sería el Lula peruano, el brasileño dijo: "Él será el Ollanta peruano" El presidente electo, evitó admitir que Lula era su inspiración política y no Chávez. "Los gobiernos tienen sus propios caminos. El camino es aprender y no copiar ", respondió.

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Humala se encontrou com Lula em SP

Sexta, 10 de junho de 2011

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Ao chegar ao hotel Intercontinental nos encontramos com vários colegas peruanos e brasileiros na espera da coletiva com o novo presidente peruano e com o presidente Lula, depois de conversar com os colegas peruanos chegou a hora da coletiva.

O primeiro contato que tivemos com a comitiva do presidente Humala foi com a assessora de imprensa a Sra. Cíntia que nos diz que o presidente Humala  falaria no final da coletiva sobre os peruanos no exterior, coisa que não aconteceu…

Mas não desistimos e insistimos, e quando a coletiva terminou me levantei e falei para o presidente Humala: “Sr. Presidente Hunala un mensaje para la comunidad peruana” ele olhou e respondeu: “Unidad” e só…

Bom, apesar de não ter obtido uma resposta mais longa como esperávamos (com isto incluimos aos mais de 100 e-mails de peruanos que recebemos para enviar um abraço ao novo presidente eleito) a coletiva foi boa e deu para tirar conclusões do que Humala pensa fazer no seu próximo governo,  ao contrário do que muitos acreditam de que Humala seguirá os passos de Chavez a impressão que tivemos foi mais a de que Humala seguirá o modelo brasileiro do presidente Lula e não o de Chavez.

A seguir como foi a coletiva:

No encontro com o presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou a eleição do esquerdista peruano e disse que, ao contrário da Europa, a América Latina passa por uma onda progressista, pela primeira vez em cinco séculos. “Enquanto no continente europeu há uma ‘direitização’ do processo político-eleitoral, onde os conservadores estão ocupando os espaços, na América Latina os setores progressistas estão ocupando os espaços”, disse o ex-presidente, ao considerar o êxito de Humala uma vitória de toda a União das Nações Sul-Americanas (Unasul).

“Há 10 anos era só Chávez, há 8 anos era Chávez e Lula, depois Chávez e Kirchner, depois Tabaré Vázquez, depois Evo Morales, depois Correa, Daniel Ortega, Mauricio Funes e, agora, o companheiro Ollanta”, listou, referindo-se aos presidentes eleitos, pela ordem, da Venezuela, Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Equador, Nicarágua, El Salvador e Peru.

Com seu “fluente” portunhol, Lula participou de uma entrevista coletiva de 50 minutos ao lado do peruano, que ontem esteve com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília. Eles se reuniram num hotel dos Jardins, região nobre de São Paulo, numa sala onde foram colocadas uma bandeira do Peru e outra do Brazil. “Se o Ollanta chegar ao poder e for um fracasso, estamos derrotados”, avaliou o ex-presidente brasileiro.

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Desde que saiu da presidência, Lula não havia concedido tantas declarações aos jornalistas. Mas, para o novo governo peruano, o encontro com Lula era fundamental para a imagem de Ollanta, já que o presidente eleito é visto com desconfiança por alguns setores de seu país por sua relação com o venezuelano Hugo Chávez. Questionado pelos jornalistas peruanos se Ollanta seria o Lula peruano, o brasileiro respondeu: “Ele será o Ollanta peruano.” Já o presidente eleito evitou admitir que Lula era sua inspiração política, e não Chávez. “Os governos têm seus caminhos próprios. O caminho é aprender e não copiar”, rebateu.

Lula não perdeu a oportunidade de alfinetar o governo norte-americano. Para o ex-presidente, os Estados Unidos ainda veem a América Latina como o parente pobre. “Os Estados Unidos não podem enxergar a América do Sul e a América Latina como o primo pobre, como problema. Nós somos a solução”, disse.

Embora assessores do PT tenham trabalhado diretamente na campanha de Ollanta, Lula disse que torceu de longe por Ollanta e que o único contato que teve com o peruano foi em fevereiro, quando conversaram sobre as campanhas presidenciais no Brasil e a experiência aprendida com as derrotas do petista. “Ele (Ollanta) foi mais rápido e mais competente que eu”, brincou Lula, referindo-se às suas derrotas antes da vitória em 2002.

Setores econômicos

Numa tentativa de acalmar os setores econômicos do Peru, Lula lembrou que passou pela mesma experiência em 2002, ao ser eleito para o primeiro mandato. “A história se repete. Os mesmos que fazem pressão sob o Ollanta faziam pressão aqui”, contou. “Acho que o tempo da dúvida do povo peruano acabou”, emendou. Lula disse que a América Latina estava acostumada a ter líderes que governavam para uma minoria e que esse quadro mudou. “Quando a gente dá US$ 1 milhão para o rico, vira conta bancária e especulação. Quando a gente dá US$ 10 para o pobre, aquilo vira comida”, ensinou ao presidente recém-eleito.

No encontro com Ollanta, Lula orientou o peruano sobre como implantar um plano federal para combater a miséria. O ex-presidente recomendou que Ollanta faça um cadastro da população a ser atendida e que não tenha receio de copiar programas de sucesso implementados em outros países, incluindo a Venezuela. “Não existe fantasma de Hugo Chávez, temos de respeitar a história peruana. Se tiver alguma coisa de extraordinária na Venezuela, pode utilizar, mas o jeito de governar será o jeito peruano”, rebateu.

Durante a campanha peruana, Ollanta disse que se espelharia no modelo brasileiro de desenvolvimento. Perguntado pelos jornalistas peruanos sobre como ter um governo voltado para o social sem ser populista, Lula recomendou a uma jornalista peruana que ficasse mais tempo no Brasil para conhecer seus programas sociais.”Você terá um retrato fiel do que acontecerá com o Peru”, sugeriu.

No final do encontro, Lula desejou sorte ao peruano.”Que o povo pobre do Peru possa tomar café da manhã, almoçar e jantar todos os dias”, afirmou. “Quanto menos pobres no Peru, mais gente ganhará dinheiro.”

http://www.elguialatino.com.br/site/2011/06/humala-se-encontra-com-lula-em-sp/

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Humala se encontró con Lula en Sao Paulo

Viernes, 10 de junio 2011

 

Al llegar al hotel Intercontinental nos reunimos con varios colegas peruanos y brasileños con la esperanza de una nueva conferencia con el presidente peruano, y el presidente Lula. Después de hablar con compañeros peruanos llegó el momento de la conferencia.

 

El primer contacto que tuvimos con la comitiva del presidente con Humala fue con la asesora de prensa, la Sra. Cíntia que nos dice que el presidente hablará al final de la conferencia sobre los peruanos en el extranjero, cosa que no aconteció ...

 

No desistimos e insistimos, y cuando la conferencia terminó me puse de pie y hablé al presidente Humala: “ Sr. Presidente Hunala, un mensaje para la comunidad peruana”, él me miró y respondió: "Unidad" y que ...

Bueno, a pesar de no haber recibido una respuesta larga como esperábamos (con esto incluimos los más de 100 correos electrónicos de peruanos que recibimos para enviar un abrazo al nuevo presidente electo) la conferencia fue buena y dejó sacar conclusiones de lo que piensa hacer Humala en su próximo gobierno, al contrario de lo que muchos aseguraban, de que Humala seguiría los pasos de Chávez, la impresión que tuvimos fue más bien que Humala va a seguir el modelo brasileño del presidente Lula y no el de Chávez.

 

A continuación, cómo fue la conferencia:

 

En la reunión con el presidente electo de Perú, Ollanta Humala, el ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva, celebró la elección del izquierdista peruano y dijo que, a diferencia de Europa, América Latina está pasando por una onda progresista, por primera vez en cinco siglos. "Mientras que en el continente europeo hay una derechización (direitização) del proceso político-electoral, donde los conservadores están ocupando los espacios, en América Latina los sectores más progresistas están ocupando los espacios ", dijo el ex presidente, al considerar el éxito de Humala una victoria de toda la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR o União das Nações Sul-Americanas (Unasul)).

"Hace 10 años era solo Chávez, hace 8 años era Chávez y Lula, después Chávez y Kirchner, después Tabaré Vázquez, después Evo Morales, después Correa, Daniel Ortega, Mauricio Funes, y ahora el compañero Ollanta", listó Lula, refiriendose a los presidentes electos en el orden: Venezuela, Brasil, Argentina, Uruguay, Bolivia, Ecuador, Nicaragua, El Salvador y Perú.

 

Con su "fluido" portuñol, Lula participó en una conferencia de prensa de 50 minutos al lado del peruano, que ayer se reunió con la presidenta Rousseff, en Brasilia. Se reunieron en el hotel dos Jardins de la zona norte de Sao Paulo, en una sala donde se colocaron las banderas del Perú y de Brasil. "Si Ollanta llega al poder y fuera un fracaso, estamos derrotados", dijo el ex presidente brasileño.

 

 

Desde que dejó la presidencia, Lula no había dado muchas declaraciones a los periodistas. Pero para el nuevo gobierno peruano, la reunión con Lula fue fundamental para la imagen de Ollanta, ya que el presidente electo es visto con recelo por algunos sectores de su país a causa de su relación con el venezolano Hugo Chávez. Interrogado por los periodistas peruanos, respecto de si Ollanta sería el Lula peruano, el brasileño dijo: "Él será el Ollanta peruano" El presidente electo, evitó admitir que Lula era su inspiración política y no Chávez. "Los gobiernos tienen sus propios caminos. El camino es aprender y no copiar ", respondió.

Lula no perdió la oportunidad de pinchar (alfinetar) al gobierno de EE.UU.. Para el ex presidente, los EE.UU. todavía ven a América Latina como un pariente pobre. "Los EE.UU. no pueden ver a América del Sur y América Latina como el pariente pobre, como un problema. Somos la solución ", dijo.

 

Aunque los asesores del PT (Partido de los Trabajadores) vienen trabajando directamente en la campaña de Ollanta, Lula dijo que hace mucho no conversaba con Ollanta y que el único contacto que tuvo con el peruano fue en febrero, cuando hablaron de las campañas presidenciales en Brasil y la experiencia adquirida con las derrotas del PT . "Él (Ollanta) fue más rápido y más competente que yo", bromeó Lula, al referirse a sus derrotas electorales antes de la victoria en 2002.

 

Sectores económicos

En un intento de calmar a los sectores económicos de Perú, Lula dijo que pasó por la misma experiencia en 2002, cuando fue elegido para su primer mandato. "La historia se repite. Los mismos que hacen presión sobre Ollanta, hicieron presión aquí ", contó. "Creo que el momento de duda del pueblo peruano acabó", agregó. Lula dijo que América Latina estaba acostumbrada a tener líderes que gobernaran para una minoría y que esa situación ha cambiado. "Cuando la gente da 1 millón de dólares para un rico, va a su cuenta bancaria y a la especulación. Cuando la gente da 10 dólares para un pobre, aquello va para la comida ", insinuó al presidente recién elegido.

 

En la reunión con Ollanta, Lula orientó al peruano sobre cómo implementar un plan federal para combatir la miseria. El ex presidente recomendó que Ollanta haga un registro de la población a ser atendida y que no tenga recelo de copiar programas exitosos implementados en otros países, incluyendo Venezuela. "No existe fantasma de Hugo Chávez, tenemos que respetar la historia peruana. Si hubiera algo extraordinario en Venezuela, se puede utilizar, pero la forma de gobernar será la forma peruana ", remarcó.

Durante la campaña en el Perú, Ollanta dijo que reflejaría el modelo brasileño de desarrollo. Preguntado por los periodistas peruanos acerca de cómo tener un gobierno volteado hacia lo social sin ser populistas, Lula recomendó a una periodista peruana que se quede más tiempo en Brasil para conocer sus programas sociales. "Vas a tener una imagen verdadera de lo que sucederá con el Perú", sugirió.

 

Después de la reunión, Lula deseó suerte al peruano. "Que la gente pobre de Perú pueda tomar café en la mañana, almuerzo y cena todos los días", dijo. "Cuanto menos pobres halla en el Perú, más gente ganará dinero."


Escrito por

malcolmallison

Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado ...alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE (DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL ... que a casi ning


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