70% de tierras brasileras estan poder de la burguesia y la Iglesia

Publicado: 2011-08-29

 70% das terras brasileiras ou estão nas mãos da burguesia ou a Igreja.

"Hoy 70% de las tierras brasileras estan en las manos o de la burguesia o de la Iglesia que no tiene compromiso con el pueblo"

Unión por Vivienda Popular , hacia la Vía Urbana

Brasil | 23 de agosto de 2011

La Unión Nacional por Vivienda Popular (União Nacional por Moradia Popular), nació en el año 1989 como una articulación de movimientos de pobladores que luchaban por el derecho a la vivienda en Brasil. La Unión consiguió hace 6 años la promulgación de la primera ley de iniciativa popular en ese país. Por la que se creó el Sistema, Fondo y Consejo Nacional por Vivienda Popular. Lo señaló uno de los voceros de la Unión, al hacer un recuento de la historia del movimiento, en el marco del decimotercer encuentro de la SELViP.

Projeto Eco-Moradia 

Más informaión sobre la Unión Nacional por Vivienda Popular: http://www.unmp.org.br/

 

"Hoy 70% de las tierras brasileras estan en las manos o de la burguesia o de la Iglesia que no tiene compromiso con el pueblo" | Alba Tv

 

Por Ivonne Leites. - Atea y sublevada - http://ateaysublevada.over-blog.es/article-hoy-70-de-las-tierras-brasileras-estan-en-las-manos-o-de-la-burguesia-o-de-la-iglesia-que-no-tiene-82839904.html

XII Encontro Nacional de Moradia Popular - 2011 

“Moradia, Autogestão e Socialismo na Luta pelo Direito à Cidade”

24 a 27 de novembro de 2011 - Belo Horizonte-Minas Gerais

O 12o. Encontro Nacional de Moradia Popular está destinado à deliberação da política da entidade.

- Refletir com lideranças populares temas da política nacional de habitação

- Ampliar o debate sobre a autogestão habitacional e a propriedade coletiva no Brasil

- Debater a experiência brasileira recente, especialmente dos Programas Crédito Solidário, Minha Casa Minha Vida Entidades, Produção Social da Moradia e Assistência Técnica.

- Refletir a atuação do movimento de moradia nas instâncias de participação, especialmente o Conselho Nacional das Cidades e o Conselho Gestor do FNHIS, bem como os Conselhos locais.

 - Referendar a Coordenação nacional da UNMP.

Para mais informações, contate a Secretaria Executiva - 11 3667-2309 ou secretaria-unmp@uol.com.brEste endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar  

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Cerca de meio milhão de brasileiros e brasileiras dizem SIM ao limite da propriedade de terra

20 10 2010

por Assessoria de Comunicação FNRA

O Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo entregou hoje à sociedade brasileira o resultado do Plebiscito Popular sobre o Limite da Propriedade, realizado de 1º a 12 de setembro

Participaram deste plebiscito 519.623 pessoas, em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. Só não participaram do mesmo, Santa Catarina, Amapá e Acre que optaram por fazer o abaixo-assinado, somente. Eram admitidas à votação pessoas acima de 16 anos, portanto em condições de votar.

Duas foram as perguntas formuladas às quais se devia responder sim ou não.

A primeira: Você concorda que as grandes propriedades de terra no Brasil, devem ter um limite máximo de tamanho?

A segunda: Você concorda que o limite das grandes propriedades de terra no Brasil possibilita aumentar a produção de alimentos saudáveis e melhorar as condições de vida no campo e na cidade?

95,52% (495.424) responderam afirmativamente à primeira pergunta, 3,52% (18.223), negativamente, 0,63% foram votos em branco e 0,34%, votos nulos.

Em relação à segunda pergunta os que responderam sim foram 94,39% (489.666), 4,27% (22.158) responderam não, 0,89 % foram votos em branco e 0,45%, votos nulos.

Considerando as dificuldades enfrentadas tanto na produção, quanto na distribuição de um mínimo de material, pela falta de recursos e de pessoal disponível; considerando que o Fórum e outras entidades envolvidas não tiveram acesso a qualquer veículo de comunicação de massas; considerando o momento, quando as atenções estão voltadas e os militantes envolvidos nas campanhas eleitorais, pode-se saudar o resultado como muito positivo.

Mais de meio milhão de pessoas se posicionou afirmativamente em relação à necessidade e à conveniência de se colocar um limite à propriedade da terra. Este é um indicador expressivo de que a sociedade brasileira vê a proposta como adequada. É uma amostragem do que pensa boa parcela do povo brasileiro. As pesquisas de opinião ouvem duas ou três mil pessoas e seus dados são apresentados como a expressão da vontade da sociedade!

Mas o que se pode ressaltar como o mais positivo, e que os números não expressam, é todo o trabalho de conscientização que se realizou em torno do plebiscito. Foi desenvolvida uma pedagogia que incluiu reflexão, debates, organização de comitês, divulgação e outros instrumentos sobre um tema considerado tabu, como é o da propriedade privada.

Em quase todos os estados foram realizados debates em universidades, escolas, igrejas e outros espaços em que se pôde colocar a realidade agrária em toda sua crueza. Para muitos, cujo contato com o campo é praticamente nulo, estes debates abriram um horizonte novo no conhecimento da realidade brasileira. Também se pode saudar como fruto precioso deste processo, os inúmeros trabalhos e textos produzidos pela academia sobre o arcabouço jurídico que se formou em torno à propriedade da terra e sobre aspectos históricos, sociológicos e geográficos da concentração fundiária no Brasil. Não fosse a proposta do plebiscito esta reflexão não teria vindo à tona com a força com que veio.

Este ensaio está também a indicar que um Plebiscito Oficial deveria ser proposto para que todos os cidadãos e cidadãs pudessem se manifestar diante de um tema de tamanha importância para o resgate da cidadania de milhões de brasileiros e brasileiras que lutam, muitas vezes sem sucesso, buscando um pedaço de chão onde viver e de onde retirar o sustento. O Fórum vai continuar firme na luta para que seja colocado um limite à propriedade da terra.

A população brasileira também foi convidada a participar de um abaixo-assinado que continua circulando em todo país até o final deste ano. O objetivo desta coleta de assinaturas é entrar com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) no Congresso Nacional para que seja inserido um novo inciso no artigo 186 da Constituição Federal que se refere ao cumprimento da função social da propriedade rural.

Já o plebiscito popular, além de consultar a população sobre a necessidade de se estabelecer um limite máximo à propriedade da terra, teve a tarefa de ser, fundamentalmente, um importante processo pedagógico de formação e conscientização do povo brasileiro sobre a realidade agrária do nosso país e de debater sobre qual projeto defendemos para o povo brasileiro. Além disso, o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade de Terra veio como um instrumento para pautar a sociedade brasileira sobre a importância e a urgência de se realizar uma Reforma Agrária justa em nosso país.

A proposta da Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade de Terra visa pressionar o Congresso Nacional para que seja incluído na Constituição Federal um novo inciso que limite o tamanho da terra em até 35 módulos fiscais – medida sugerida pela campanha do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA).

Além das 54 entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, também promovem o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra, a Assembléia Popular (AP) e o Grito dos Excluídos. O ato ainda conta com o apoio oficial das Pastorais Sociais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).

 http://virusplanetario2.wordpress.com/2010/10/20/cerca-de-meio-milhao-de-brasileiros-e-brasileiras-dizem-sim-ao-limite-da-propriedade-de-terra/

                            

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LULA, DILMA Y LOS SIM TERRA

Sin mostrarse contra el MST, en una entrevista con Geraldo Freire, de Rádio Jornal, Dilma dijo: "Creo que NO es apropiado usar el gorro del Movimiento de los Sin Tierra (MST)" con la intención de tranquilizar a los más conservadores, según el diario O Globo.

Sobre el MST, dijo más:

"Lo que no se puede, es llamar un día a la Bolsa Familia “OPTIMA “después de llamarla " Bolsa de limosna " o " Bolsa perezosa “, olvidando que la Bolsa Familia es una de las mejores armas contra la miseria. Mientras que haya pobres en Brasil, la Bolsa Familia va a continuar. "  …

Al parecer, Dilma no ha seguido el comportamiento de Luis Inácio Lula da Silva en relación al Movimiento de los Sin Tierra. Lula ha 'vestido' (sic) el gorro del Movimiento de los Sin Tierra, y se cansó de acusar a las canastas del gobierno como limosna del gobierno de Fernando Enrique Cardoso.

Mejor ...  calla la boca DILMA !!!!

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LULA, DILMA E  MST

Sem se mostrar contra o MST, numa entrevista a Geraldo Freire, da Rádio Jornal, Dilma falou :   "Acho que não é cabível vestir o boné do MST", com intenção de tranquilizar os mais conservadores, segundo o jornal O Globo.

Ainda sobre o MST, disse mais:

“O que não pode é em um dia chamar o Bolsa Família de ótimo depois de ter chamado de 'Bolsa Esmola', 'Bolsa Preguiça', esquecendo que o Bolsa Família é umas das maiores armas contra a miséria. Enquanto houver pobre no Brasil, o Bolsa Família vai continuar".

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Quanto ao

"Deixamos bem clarinho"  ...

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... Numa frase tão curta, Dilma poderia se isentar do mau gosto verbal - ao usar o termo clarinho, dispensável a quem estudou no "CION". Aliás, continuo aguardando resposta do Colégio Santa Dorotéia.

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Pelo jeito, Dilma não tem acompanhado o comportamento de Luís Inácio em relação ao movimento.  Ele  já  'vestiu' (sic) o boné dos sem terra, diversas vezes e cansou de acusar como esmola as cestas do governo FHC.

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CALA BOCA DILMA

         

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