es constitucional, no confundas

CORTE DE BRASIL REAFIRMA PROHIBICIÓN CONTRA CHEVRON HASTA DICTAMEN POR DERRAME EN EL MAR DE 2011

Publicado: 2012-08-29

O Tribunal Regional Federal manteve nesta terça-feira a decisão judicial de suspender as operações da companhia petrolífera Chevron e da operadora de sondas Transocean no País.

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Corte Brasil reafirma prohibición contra Chevron

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Una corte de tres jueces ratificó un fallo que prohíbe operar en Brasil a la petrolera estadounidense Chevron Corp y a su proveedor de perforaciones Transocean Ltd, mientras se evalúan los cargos en su contra por un derrame en noviembre.

martes 28 de agosto de 2012 - Por Jeb Blount

En un severo dictamen, los jueces dijeron que Chevron y el regulador brasileño ANP podrían haber previsto, pero no lo hicieron, el derrame en el campo Frade, mar adentro al noreste de Río de Janeiro.

Chevron puede todavía apelar la prohibición ante una corte federal de la capital Brasilia.

Chevron tuvo "una cultura de seguridad insuficiente" y ANP "contribuyó al accidente faltando a su tarea como regulador", dijo el juez Ricardo Perlingeiro en la lectura de la decisión en una corte de Río de Janeiro.

La decisión tendrá poco impacto inmediato para Chevron, que cerró en marzo Frade, su único campo en Brasil. Desde entonces, ha pedido permiso a la ANP para reiniciar operaciones.

Sin embargo, el dictamen sí puede afectar a Petrobras, que cuenta con Transocean para perforar la mayor parte de sus proyectos más importantes.

"Este caso no tiene méritos y el personal de Transocean actuó responsable y rápidamente, siguiendo los estándares más altos del sector. Tenemos un caso muy fuerte y usaremos todos los medios legales necesarios para probarlo", dijo en un correo electrónico Guy Cantwell, director de comunicaciones corporativas.

Cantwell dijo que las plataformas de Transocean siguen operando en Brasil.

Chevron y la Agencia Nacional del Petróleo (ANP) no estuvieron inmediatamente disponibles para hacer comentarios.

La petrolera estadounidense posee un 52 por ciento del campo Frade, del que es operador. Petrobras tiene un 30 por ciento y el resto es de Frade Japao, un grupo japonés formado por Inpex Corp y Sojitz Corp.

(Reporte adicional de Leila Coimbra; Editado en español por Javier López de Lérida)

TRF mantém suspensão à Chevron e Transocean

28 de agosto de 2012 - O Tribunal Regional Federal manteve nesta terça-feira a decisão judicial de suspender as operações da companhia petrolífera Chevron e da operadora de sondas Transocean no País. Um painel de três juízes federais confirmou nesta terça-feira uma liminar proibindo que as duas companhias atuem em território brasileiro enquanto ainda respondem processo por vazamento de petróleo no campo de Frade, em novembro do ano passado.

Em uma decisão que também pode afetar a estatal Petrobras, os juízes disseram que a Chevron e a Agência Nacional do Petróleo (ANP) não conseguiram impedir o vazamento no ano passado na bacia de Campos.

A Chevron teve "uma cultura insuficiente de segurança" e ANP "contribuiu com o acidente ao não fazer o seu trabalho como um fiscalizador", disse o juiz Ricardo Perlingeiro ao ler sua decisão no tribunal no Rio de Janeiro.

A decisão terá pouco efeito imediato sobre a Chevron, que está com as operações em Frade suspensas desde março, apesar da sua busca para reiniciar a produção. As empresas ainda podem recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

A medida pode afetar a Petrobras, que conta com a Transocean para algumas de suas perfurações mais importantes. "Claramente, estamos muito decepcionados com a decisão do tribunal e em desacordo com ele. Como já dissemos, este caso não tem mérito, e as equipes da Transocean agiram de forma responsável e rápida, seguindo os padrões mais altos da indústria. Enquanto isso, plataformas da Transocean continuarão a operar no Brasil", disse via email Guy Cantwell, o diretor de comunicações corporativas da Transocean. A Chevron não estava imediatamente disponível para comentar o assunto

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201208281853_RTR_SPE87R06J

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Chevron apela prohibición sobre operaciones en Brasil

www.r4.com/.../Chevron-apela-prohibicion-sobre-operaciones... - EspañaEn caché

17 Ago 2012 – Chevron apela un dictamen judicial que prohíbe a la empresa operar en Brasil, en Renta 4. ... ambientales locales y de la industria petrolera, mientras que ambas ...06/08Tribunal Ecuador fija plazo medianoche para pagos de Chevron ... con experiencia, un amplio conocimiento del funcionamiento de los ...

Brasil frena a Chevron y Transocean - | MOVUS | Scoop.it

www.scoop.it/t/movus/p/.../brasil-frena-a-chevron-y-transoceanEn caché

1 Ago 2012 – 1/08/2012 Reuters La justicia brasileña determinó que Chevron y Transocean ... El 28 de julio siguiente, los presidentes Fernández y Mujica acordaron la ... el acuerdo formal estableciendo los criterios para su funcionamiento. ... que, si la solución dada por el tribunal no dejaba satisfechas a las partes, ...

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ANP proíbe Chevron de perfurar poços no Brasil

24 de Novembro de 2011

Após 16 dias de vazamento de petróleo no mar do Rio de Janeiro, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) determinou nesta quarta (23) a suspensão das atividades da petroleira americana Chevron, responsável pela operação do Poço de Frade, na Bacia de Campos.

O trabalho da petrolífera americana causou danos ao meio ambiente. Foto: internet

A proibição de perfurar novos poços de petróleo somente poderá ser revogada quando forem esclarecidas as causas e responsabilidades do acidente, além da empresa garantir o restabelecimento das condições de segurança na plataforma.

A ANP também negou à petroleira o pedido de perfurar um novo poço no Campo de Frade, onde ocorre o vazamento, com o objetivo de atingir o pré-sal. A diretoria da agência reguladora entendeu que a tentativa de chegar à plataforma implica riscos mais graves do que os ocorridos no poço onde houve o derramamento de petróleo, já que o pré-sal é mais profundo do que a zona de onde vazou óleo.

A medida da ANP, no entanto, não envolve as ações da Chevron no local onde houve derramamento de petróleo. Segundo a assessoria da reguladora, a diretoria da ANP identificou negligência por parte da petroleira na apuração de um dado considerado fundamental na perfuração de poços - a pressão do líquido no poço a ser perfurado - e na execução do chamado "plano de abandono".

http://www.gicult.com.br/noticias/160-anp-proibe-chevron-de-perfurar-pocos-no-brasil.html

(*) http://megaarquivo.files.wordpress.com/2011/11/derramamento-de-c3b3leo.jpeg

Preocupada com suas operações, Petrobras vai dar “ajuda jurídica” à Chevron e Transocean

Publicado em 16/08/2012

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira que usará seu departamento jurídico para ajudar a multinacional Chevron no processo que enfrenta nos tribunais após um juiz ordenar que a companhia encerre suas operações até o final do mês. Continue lendo →

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6 horas atrás – O Governo do Estado do Rio de Janeiro tornou de utilidade pública o ... Cessão Onerosa – Petrobras descobre mais petróleo na Bacia de Santos .... foi planejada para dar entrada no estaleiro em 24 de agosto de 2012.... Preocupada com suas operações, Petrobras vai dar “ajuda jurídica” à Chevron...

Governo despreparado para vazamentos de óleo - Portal ClippingMP

clippingmp.planejamento.gov.br › Notícias › 2012En cachéTraducir esta página

2 ago. 2012 – Brasília, 26 de Agosto de 2012 ... Nos últimos nove meses, três grandesvazamentos de petróleo ... no Campo do Frade, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro...resultou no derramamento de 3,7 mil barris de petróleo no mar... a Justiça deu prazo de 30 dias para que a Chevron e a Transocean, que ...

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Subido por w1TenMinutes el 17/11/2011

17/11/2011 21h50 - Atualizado em 17/11/2011 21h50

Polícia Federal investiga vazamento de óleo na Bacia de Campos

ANP estima que o vazamento seja equivalente a mil barris de petróleo, mas informações sobre a quantidade óleo liberada ainda são conflitantes.

Sobrevoamos a área da Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro, onde há dez dias começou um vazamento de óleo. As informações da empresa responsável pelo acidente, a Chevron, são conflitantes com as estimativas de ambientalistas que analisaram imagens de satélite. A Polícia Federal, que também gravou imagens próprias do vazamento, está investigando o caso.

Imagens gravadas na terça-feira (15) pela Polícia Federal, durante uma inspeção, mostram que grandes manchas de óleo se estendem pelo oceano. O vazamento, a 115 km da costa, foi detectado há dez dias pela empresa americana Chevron, que explora o Campo do Frade, na Bacia de Campos, uma das áreas de maior produção de petróleo do Brasil.

O óleo está escapando por uma fissura de cerca de 300 metros de extensão, a 1,2 mil metros de profundidade, e a 130 metros do poço de perfuração. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) calcula que o vazamento tenha sido equivalente a mil barris no total.

Para o presidente da ONG americana SkyTruth, John Amos, o vazamento no Campo do Frade é bem mais grave: 3,7 mil barris por dia.

Ainda assim, é um vazamento bem menor do que o do Golfo do México, onde só no primeiro dia vazaram 53 mil barris. A estimativa é de que, no sábado (12), a mancha tivesse uma área de 2.379 km², equivalente a quase duas vezes o município do Rio de Janeiro. A SkyTruth foi a primeira instituição a alertar que o vazamento de petróleo no Golfo do México, no ano passado, era muito maior que o divulgado inicialmente pela britânica BP e pelo governo americano. A empresa que operava a plataforma da BP no Golfo, a Transocean, é a responsável também pela plataforma da Chevron no Campo do Frade.

A Polícia Federal quer saber se a fenda por onde está vazando o óleo foi provocada pela abertura do poço. Nos próximos dias, o delegado que investiga o caso vai ouvir a equipe responsável pela perfuração.

Com o apoio de um perito oceanógrafo, ele investiga a possibilidade de erro na operação. "Ao que tudo indica e até onde nós sabemos, durante a perfuração de um dos poços houve um avanço além do que estava planejado. Esse avanço na perfuração provocou uma rachadura no fundo do mar", disse Fábio Scliar, delegado da Polícia Federal.

Na tarde desta quinta-feira (17), o repórterTiago Eltz sobrevoou a área do vazamento.

O sobrevoo na região do vazamento durou 20 minutos. De cima, é possível ver o ponto onde a mancha começa, perto da sonda de exploração da Chevron. Segundo a companhia, a mancha tem 8 km de extensão por 300 metros de largura. Sem contornos regulares, a estimativa da empresa é que ela tenha 1,8 km².

Durante o sobrevoo foi possível perceber que a mancha está seguindo para alto mar. De acordo com os técnicos da empresa, se tudo continuar assim, não há chances de o óleo chegar ao litoral.

As informações da Chevron foram dadas pelo gerente de segurança e meio-ambiente, Flávio Monteiro, que acompanhou o voo, mas não quis gravar entrevista. De acordo com ele, 15 navios trabalham na dispersão da mancha. Durante o sobrevoo, foi possível contar seis embarcações.

A empresa diz que o poço está sendo concretado e que o vazamento ainda não foi controlado.

Mas, segundo Flávio Monteiro, a quantidade de óleo que sai da fissura é, nas palavras dele, muito pequena.

A equipe da TV Globo viajou em um avião cedido pela Chevron. A Agência Nacional do Petróleo, que acompanha as operações na plataforma, declarou que o primeiro estágio de cimentação foi concluído com sucesso, mas que imagens submarinas ainda apontam a existência de um fluxo residual de vazamento.

Ainda segundo a ANP, a mancha continua se afastando do litoral e se dispersando. O Ibama afirmou que autuará a Chevron assim que o vazamento for estancado, porque o valor da multa é proporcional ao dano ambiental causado.

Crédito: G1

W1TV 10 MINUTES

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Escrito por

malcolmallison

Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado ...alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE (DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL ... que a casi ning


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